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Você pergunta. A gente te mostra o filtro.

Como uma pergunta em português vira uma busca estruturada nos dados oficiais da Receita Federal. E por que o modelo nunca escreve a consulta ao banco.

Exemplo

farmácias em Recife abertas depois de 2020

vira ↓

Filtros aplicados

CidadeRecife, PEAtividadeComércio varejista de produtos farmacêuticos4771-7/01Aberturaa partir de 2020Situaçãoativa

Fazer uma busca em /buscar →

a pergunta vira filtros que você revisa e ajusta antes de buscar

A maioria das ferramentas de dados começa pedindo que você aprenda a linguagem delas: um formulário com dez campos ou uma sintaxe de consulta. A gente começa do outro lado. Você escreve o que quer, do seu jeito.

Como funciona

  1. Você pergunta. Texto livre, em português. Cidade, atividade, datas, situação cadastral, o que precisar.
  2. A gente interpreta. Um modelo de linguagem traduz a frase em filtros estruturados. Ele não acessa o banco: só preenche campos que você consegue ver e editar.
  3. A busca roda nos dados oficiais. Os filtros viram uma consulta SQL compilada de forma determinística, executada com acesso somente leitura. A frase que você escreveu nunca vira código.

Essa separação é de propósito. O modelo é bom em entender linguagem e ruim em garantias. Então ele fica do lado de fora: traduz a pergunta, mostra o resultado da tradução e para por aí. Quem fala com o banco é um código previsível, que só sabe ler.

Os filtros são o ponto. Você vê cada um, com o código CNAE oficial ao lado. Se a interpretação errou, você corrige antes de buscar. Nada de uma caixa-preta que devolve uma resposta e pede confiança.

Em teste: hoje a pergunta vira filtros que você revisa e ajusta. A conversa completa, com perguntas de acompanhamento, ainda é experimento. Quando estiver pronta, a gente conta aqui.